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At Eternity’s Gate: Primeiro trailer do longa é divulgado

A cinebiografia do artista Van Gogh, intitulada ‘At Eternity’s Gate’ e estrelada por Willem Dafoe e por Oscar Isaac, ganhou seu primeiro e emocionante trailer.
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O longa será centrado no período em que Van Gogh viveu em Arles e Auvers-sur-Oise, na França. Em 1886, o artista se mudou para Paris, onde conheceu integrantes da chamada vanguarda francesa, incluindo Paul Gauguin, personagem interpretado por Oscar.

O elenco ainda conta Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Rupert Friend (‘Homeland’) e Emmanuelle Seigner (O Último Portal).

Com direção de Julian Schnabel (‘O Escafandro e a Borboleta’), o filme estreia em novembro nos EUA. Não há previsão de estreia para o filme no Brasil.

 

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Life Itself | Filme com Oscar Isaac ganha cartazes e trailer nacionais

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer e os cartazes nacionais de A Vida em Si (Life Itself), drama estrelado por Oscar Isaac e Olivia Wilde:

 

Na trama, a partir da história de amor do casal (Oscar Isaac e Olivia Wilde), um drama multi-geracional abrange diferentes décadas e continentes, percorrendo das ruas de Nova York ao interior da Espanha. ‘A Vida em Si’ é é escrito e dirigido por Dan Fogelman, criador da série ‘This is Us’. Antonio Banderas e Olivia Wilde também estão no elenco.

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O lançamento no Brasil está marcado para 13 de dezembro.

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Star Wars Episódio IX: Oscar Isaac fala sobre a situação da Resistência em novo filme

Os comentários de Oscar Isaac sobre Star Wars: Episode IX sugerem que o último capítulo voltará a se inclinar para a ideia de que nada é tão claro quanto se gostaria.

A declaração foi dada ao jornal USA Today. Oscar Isaac é um dos atores que já está com as gravações adiantadas, por conta disso, tem noção do que acontece em boa parte da história.

Da perspectiva de Oscar, parece que é isso que J.J. Abrams está planejando fazer com o episódio IX. Falando ao USA Today, Isaac disse:

 É um filme de guerra. Digo, além disso, um filme sobre os combatentes.

Para o ator, Poe não é alguém que só deve ser confiável para fazer as coisas certas porque o filme o colocou como do lado do “bem”:

Você quer que as pessoas (ao questioná-lo) em oposição tenham algum tipo de resposta fácil, como, “Sim, sim, ele fez a coisa certa. Ele era um herói.” Qual o custo dessas coisas?

O intérprete do piloto também fez uma relação da trama do longa com os conflitos do mundo real:

Você ouve as histórias de Georgie Washington como general, onde muitas pessoas morrem baseada em suas ordens, mas isso faz parte da liderança e esse vai e vem nas batalhas faz com que a luta acabe andando para frente.

“(A Resistência é agora) lutadores de guerrilha, usando roupas como revolucionários de guerra e se aproximam de algo como os combatentes da Guerra Revolucionária em Cuba, com Che e Fidel, e todos aqueles caras vivendo nas montanhas, que descem vez ou outra para fazer um ataque e logo voltam para se esconder do ‘império’ dos Estados Unidos. Neste momento, é mais ou menos isso”, explicou o ator.

Para o episódio (ou guerra) final da saga Skywalker, veteranos da franquia como Mark Hamill, Carrie Fisher (que terá imagens de arquivo utilizadas), Billy Dee Williams e Anthony Daniels estarão de volta para seus respectivos papéis.

Eles se juntam ao elenco formado por Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Adam Driver, Kelly Marie Tran, Keri Russell, Dominic Monaghan, Richard E. Grant, Matt Smith e Domhnall Gleeson.

Star Wars: Episódio 9 estreia nos cinemas brasileiros em 19 de dezembro de 2019.

 

FONTES¹²³

Entrevista: Oscar Isaac fala sobre Poe Dameron, Episode IX e Operation Finale

Apesar dos grandes esforços da Primeira Ordem, a Resistência resiste para continuar lutando no final de Star Wars: The Last Jedi de Rian Johnson. Mas após tudo isso, algumas perguntas sérias serão feitas pelos sobreviventes, como: “Estamos apenas nessa bagunça por causa de Poe Dameron?”

O aspirante a herói certamente tem muita coisa para fazer depois que seus repetidos atos de insubordinação minaram a liderança do vice-almirante Holdo. Em vez de esperar que isso seja abordado por J.J. Abrams no episódio IX , o podcast The Legal Geeks, realizou um julgamento simulado para o ex-comandante Dameron, com uma simulação de Poe, na Comic-Con San Diego deste ano.

O verdadeiro alter-ego de Dameron, o ator Oscar Isaac, não estava nem perto da Comic-Con na data da audiência do personagem, mas ele ouviu sobre isso depois do fato. “Eu amei”, ele disse ao Yahoo Entertainment. “É incrível, porque você tem pessoas realmente envolvidas com a questão ética da guerra e com o que é liderança. A última coisa que você quer é que as pessoas assistam a um filme e digam, “Ótimo”, e depois sigam em frente. Com [The Last Jedi], a conversa continua e pode provocar emoções reais. Você está conversando sobre coisas reais que importam, sabe?”

Claro, alguns críticos tiveram suas emoções tão agitadas por The Last Jedi que estão tentando levantar fundos para refazer o filme em seus próprios termos. Enquanto Isaac não abordou essa campanha diretamente em nossa conversa, ele expressou entusiasmo com a perspectiva de canalizar seus pensamentos e sentimentos sobre Star Wars para criar suas próprias histórias em suas próprias galáxias distantes.

“O que eu acho que é realmente especial sobre a coisa toda – particularmente para pessoas que realmente não concordam com a história – é que é uma grande inspiração para fazer as suas próprias coisas”, diz ele. “Obviamente, fazer o seu próprio filme de Star Wars é um desafio difícil, mas pelo menos do ponto de vista narrativo, talvez você faça o que quiser e depois mostre o que gostaria. Faça o que você gostaria de ver.”

Oscar está absolutamente seguindo seu próprio conselho, fazendo os filmes que ele quer ver. O ator deu um salto para produtor com  ‘Operation Finale’, um drama baseado em fatos que ele também estrela como Peter Malkin – o agente secreto israelense que liderou com sucesso uma ousada missão para capturar o notório oficial nazista Adolf Eichmann (interpretado por Ben Kingsley) de seu esconderijo na Argentina.

“Estou interessado em filmes que não têm medo de complexidade, que realmente tentam falar sobre coisas que são incrivelmente relevantes agora”, Isaac diz sobre como o ‘Operation Finale’ reflete os tipos de projetos que ele espera produzir daqui para frente. “Chris [Weitz, diretor do filme] e eu conversamos muito sobre como isso não deveria ser uma questão de fornecer respostas fáceis para perguntas fáceis. Queríamos mergulhar de cabeça nas difíceis questões éticas de vingança, justiça e ódio. ”(Assista a um clipe exclusivo de ‘Operation Finale’, que estreia na sexta-feira).


Essas questões são abordadas diretamente no tema central do filme – uma série de conversas prolongadas entre Isaac e Kingsley que se desenrolam no esconderijo de Buenos Aires, onde a equipe de Malkin mantém Eichmann escondido enquanto tenta encontrar uma maneira segura de transportá-lo para fora do país. Finalmente confrontado por um dos monstros por trás da Solução Final (refere-se ao plano nazista de remover a população judia de todos os territórios ocupados pela Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial e transportá-los para o leste), Malkin tenta fazer o impossível: falar com ele como um ser humano.

“A coisa é que eles são humanos”, diz Isaac sobre sua forma de abordar e interpretar essas cenas, e como elas talvez retratem até os dias atuais. “Não vivemos em um mundo de monstros reais. Vivemos em um mundo onde pessoas que aparentemente têm uma consciência também podem perpetuar horrores em massa. Essa é a coisa mais assustadora de todas; às vezes é mais fácil imaginar os nazistas como esse tipo de grupo místico de psicopatas irracionais que, de alguma forma, conseguiram entrar no poder. Mas a verdade é que isso pode acontecer a qualquer momento com pessoas muito comuns se você tiver um demagogo que possa provocar ódio e animosidade e divisão suficientes sob o disfarce do nacionalismo. É uma coisa muito assustadora, e é por isso que eu acho que é um filme muito oportuno. ”

Antes de Oscar encontrar seu próximo projeto de produção, ele deve levar a história de Poe Dameron até sua (possível) conclusão no episódio IX. ‘The Last Jedi’ começou momentos depois que ‘The Force Awakens’ terminou, parece provável que tenhamos um pouco mais de tempo entre o filme e a trilogia capper, apenas para resolver rapidamente algumas questões Jedi, como se Poe estivesse de volta nas boas graças da Resistência. (Para registro, seu julgamento simulado da Comic-Con terminou com Dameron sendo considerado culpado de duas das três acusações contra ele e recebendo uma sentença de 10 anos de prisão em um planeta mais conhecido pelos cidadãos da galáxia de Star Trek.) A questão, no entanto é como o filme mostrará a aparição póstuma de Carrie Fisher como Leia Organa, que não vamos esquecer, sabiamente rebaixou Poe a capitão por desafiar suas ordens. “Estou muito feliz com isso”, diz Isaac sobre a decisão de Abrams de apresentar Fisher no episódio IX. “Eu acho que vai ser uma maneira maravilhosa de lidar com esse personagem que todos nós amamos muito.”

Operation Finale chega nos cinemas em 29 de agosto. Ainda não há data de estreia no Brasil.

 

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Entrevista: Oscar Isaac no sombrio “Operation Finale”: “Você não está mais naquela galáxia distante”

WASHINGTON – Nada é mais gratificante para um cara como Oscar Isaac do que sair das filmagens de ‘Star Wars: Episode IX’ em Londres para a exibição de seu novo filme no Museu do Holocausto dos Estados Unidos para uma multidão cheia de sobreviventes das atrocidades da Segunda Guerra Mundial.

“É tipo, wow, wow, wow, você não está mais naquela galáxia distante. Você está em um lugar muito real, onde algo que realmente é incrivelmente importante e tem um peso da história por trás”, diz Isaac, que estrela como o agente de inteligência israelense Peter Malkin no thriller ‘Operation Finale’.

Dirigido por Chris Weitz, o filme centra-se em Malkin e um grupo de colegas do Mossad que viajaram para a Argentina em 1960 para capturar o ex-oficial nazista Adolf Eichmann (Ben Kingsley), um dos principais arquitetos do Holocausto, e trazê-lo para justiça em Israel.

Assombrado pela morte de sua irmã mais velha e seus filhos durante o Holocausto, Malkin é a única pessoa que se comunica com Eichmann cara a cara. “A coisa mais importante para ele fazer também foi a mais difícil, que é estar em uma sala com esse monstro e realmente ficar “nu” como um ser humano na frente dele, na esperança de que Eichmann fizesse a mesma coisa”. Isaac diz. “Deve ter sido preciso muita coragem.”

Além de ‘Operation Finale’ (que ele também produz) e seu retorno como Poe Dameron, piloto de ‘Guerra nas Estrelas’, Isaac tem uma agenda bastante ocupada: ele está se apaixonando por Olivia Wilde no drama ‘Life Itself’ (21 de setembro), de Dan Fogelman, criador de ‘This Is Us’, interpretando o pintor Paul Gauguin na biografia de Vincent Van Gogh ‘At Eternity’s Gate’ (que fecha o Festival de Cinema de Nova York em outubro) e dublando Gomez Addams ao lado de Charlize Theron como Morticia no remake de ‘The Addams Family’ (18 de outubro de 2019).

Mesmo com o assunto do filme sendo pesado, você traz um senso de humor ao Malkin semelhante ao que você faz com o Poe em “Star Wars”.

Eu sempre costumo ser alguém que está animado com opostos e contradições. Muitas vezes, em um roteiro, quando algo é escrito de forma bastante séria, tento encontrar o outro lado dele também. Mas neste filme (‘Operation Finale’) não era para ser um alívio cômico para as coisas mais sombrias. Na verdade foi baseado em Malkin como um ser humano. O cara era muito engraçado e ele usou isso como armadura.

As pessoas vão chorar tanto em “Life Itself” quanto em um episódio de “This Is Us”?

Dan realmente se aproxima de coisas honestamente emocionam, cinematicamente falando. Ele também é um populista, ele quer envolver as emoções das pessoas. Mas não acho que seja manipulativo. É uma emoção exposta e ele está disposto a fazer isso. Ele vai a alguns lugares, particularmente sobre como você lida com a dor, de uma maneira muito pessoal.

O seu Gomez é mais John Astin da série “Addams Family” dos anos 60 ou Raul Julia dos filmes dos anos 90?

Eu estou tentando encontrar minhas próprias coisas. Estamos definitivamente interpretando que eles são do velho país que vem para o novo país, então eu acho que nessa estrutura, é mais no mundo do Raul Julia. Encontrar a voz certa foi muito divertido.

Você aprendeu a pintar como um profissional para interpretar Gauguin?

Eu aprendi a fingir como pintar (risos). Foi muito divertido incorporar esse homem que era um corpo de contradições, de querer estar longe, mas também de querer fazer parte do mainstream. E entrando na filosofia de como ele olhou para o mundo versus Van Gogh (interpretado por Willem Dafoe), que queria pintar o que viu. Gauguin era muito sobre “Pintar o que está dentro do seu cérebro: você não precisa olhar para fora, está tudo aqui”.

Você vai ficar triste dizendo adeus a “Star Wars” quando terminar o “Episódio IX”?

Na verdade não. Eu tenho que continuar com a minha vida, cara. São muitos anos (risos). Voltar esta terceira vez foi o mais divertido até agora. Todos nós temos apenas uma noção real do que estamos fazendo e parece um pouco mais solto. Vai ser um grande desafio, não só para os fãs e para a história, mas também para nós que dedicamos muito tempo a isso.

E quanto ao BB-8?

Vou dar-lhe uma casa. Eu vou adotá-lo.

Com o racismo e fanatismo evidentes em nosso país agora, o que você quer que as pessoas tirem de “Operation Finale”?

O fato de você não precisar ser um puro monstro maligno para ser parte do ódio. Eichmann era de onde toda a banalidade do mal veio, essa ideia de que, “Bem, ele é apenas um homem de família que estava fazendo seu trabalho e estava atrás de uma mesa”. Ele não puxou o gatilho, mas ele é claramente tão responsável quanto as pessoas que o fizeram, porque orquestrou a deportação para os campos da morte. A ideia de mostrar a face humana deste homem que fez isso é muito importante porque nos lembra que são seres humanos como nós que podem cometer esses atos hediondos.

 

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Entrevista: Oscar Isaac aprende uma lição de história em ‘Operation Finale’

É difícil pensar em muitos atores dos dias de hoje que conseguiram escapar com mais sucesso da armadilha da typecasting (ser lembrado por apenas um papel) do que Oscar Isaac.

Desde que começou como o “Llewyn Davis” de 1960, Isaac vem constantemente preenchendo o cartão de bingo dos gêneros de Hollywood, da ficção científica (“Ex Machina”) ao drama criminal (“A Most Violent Year”) , série limitada de prestígio da TV (“Show Me a Hero” da HBO) para grandes sucessos de bilheteria como “X-Men: Apocalypse” e os filmes de “Star Wars”, nos quais ele interpreta o piloto de caça Poe Dameron.

Nascido de mãe guatemalteca e um pai cubano, Isaac, aos 39 anos, conseguiu perder-se em uma ampla gama de etnias e nacionalidades na tela. “O artista, na minha opinião, deve ser sem fronteiras”, diz ele.

No thriller histórico “Operation Finale”, nos cinemas em 29 de agosto, Isaac interpreta o agente israelense do Mossad, Peter Malkin, que em 1960 ajudou a liderar uma missão secreta para encontrar e capturar o ex-oficial da SS nazista Adolf Eichmann (Ben Kingsley). Fiel à forma imprevisível, Isaac seguirá este filme com dois projetos paralelos muito diferentes que estão para estrear nos festivais de outono: o drama romântico “Life Itself” do criador de “This Is Invisible”, Dan Fogelman, e o filme biográfico de Vincent Van Gogh “At Eternity’s Gate”, no qual ele interpreta o pintor Paul Gauguin para o diretor Julian Schnabel.

No intervalo de filmar “Star Wars: Episode IX” na Inglaterra, Isaac falou ao The Times por telefone de Nova York sobre interpretar um caçador nazista, abandonando o roteiro de “carreira padrão”, mantendo Star Wars ativo e por que ele não consegue se entender muito bem com a nova e controversa categoria “Filmes Populares” da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (OSCAR). Esta entrevista foi condensada e editada.

 

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Oscar Isaac em Nova York. (Michael Nagle / For The Times)

 

O que te atraiu em “Operação Finale”? Você estava familiarizado com a história real da captura de Eichmann antes que este projeto surgisse?

Eu não estava. Eu sabia sobre o julgamento de Eichmann, mas eu não sabia sobre o time de agentes do Mossad que entraram na Argentina e o identificaram, capturaram e o extraíram. É uma história difícil de acreditar. As coincidências que aconteceram – se fosse um filme fictício, as pessoas diriam que foi inventado.

[Diretor] Chris [Weitz] e eu realmente tivemos ideias semelhantes de onde queríamos que a história fosse. Nós não queremos que tenha respostas fáceis. Nós não queríamos que fosse manipulativo. A missão em si era tão repleta de perguntas sobre responsabilidade, vingança, justiça, mas também sobre aceitar a horrível verdade de que as pessoas que perpetraram essa atrocidade não eram apenas psicopatas insanos – elas eram seres humanos reais que tinham sido levados a odiar tão profundamente algum tipo de senso de unidade nacional ou orgulho.

Particularmente eu fiquei muito empolgado com essas cenas com Peter Malkin e Adolf Eichmann. Malkin era um cara que desarmaria bombas, e bem na frente dele estava uma das bombas mais complexas de todos os tempos, que era o cérebro de Eichmann. Por mais que quisesse apenas quebrá-lo em pedaços, ele se engajou e teve um diálogo com ele. De certa forma, o filme tem a intimidade de um romance – grotesco, mas ainda assim – em que duas pessoas estão se mostrando umas às outras. E isso foi apenas um estágio fascinante para se estar.

Eu não diria que eu estava procurando especificamente produzir, mas eu estava tendo mais vontade de moldar as histórias que eu estava fazendo parte.
─ Oscar Isaac

 

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Oscar Isaac em Nova York. (Michael Nagle / For The Times)

 

O filme se torna uma partida psicológica de xadrez quando Malkin tenta persuadir Eichmann a assinar um documento declarando que ele está disposto a ser julgado em Israel. Como essa dinâmica aconteceu quando você e Ben Kingsley estavam atuando um de frente para o outro?

Parecia que era uma parceria. Certamente, quando ele chegou no set houve um silêncio sagrado que ocorreria naturalmente. Ele estava profundamente focado e preparado. Mas uma vez que começamos, estava jogando tênis com um profissional. Cada pequena coisa iria mudar e evoluir e nós encontramos um ritmo juntos e foi emocionante.

Esta é a primeira vez que você vem a bordo como produtor. Isso é algo que você queria fazer por um tempo?

Eu não diria que eu estava procurando especificamente produzir, mas eu estava tendo mais vontade de moldar as histórias que eu estava fazendo parte. Parecia uma extensão natural e formalização do que eu tenho feito desde o começo, que é ter muitas opiniões sobre as coisas. [risos]

Com a ascensão dos movimentos nacionalistas de extrema direita nos últimos anos e a extrema polarização política do clima atual, como você acha que a história de “Operação Finale” ressoa hoje?

Nós estamos na Argentina fazendo esse filme nesses figurinos de época e esses carros antigos e parece que estamos fazendo um filme histórico. Então você liga as notícias e Charlottesville está acontecendo e você tem bandeiras nazistas voando ao redor e pessoas “Sieg Heil”, e esses movimentos fascistas caseiros. Então, de repente sentimos que estamos fazendo um filme em resposta ao que está acontecendo nos dias atuais.

É surpreendente que isso esteja acontecendo de novo, que esse tipo de visão está subitamente se tornando uma forma legítima de pensamento político ou ideologia, que está sendo adotado apenas como outro ponto de vista. Parece que somos criaturas que podem facilmente esquecer onde esse tipo de demonização nacionalista do outro e a criação de inimigos leva.

Ao longo dos anos, você interpretou uma variedade incrível de diferentes nacionalidades e etnias, do egípcio ao grego, do inglês ao francês, do mexicano ao armênio e agora o israelense. No início de sua carreira, você se preocupou com typecasting?

Claro. Eu era do sul da Flórida, então as oportunidades eram bem menores no momento em que eu estava começando. Todo mundo se parecia muito comigo e falava como eu, então o que te diferenciava? O que te daria uma audição?

Muitas vezes você estava fazendo testes para o mesmo tipo de papel, o que muitas vezes era um estereótipo do que uma pessoa latina deveria ser. Eu já vi algumas mudanças e isso é bom. Mas obviamente ainda há um longo caminho a percorrer.

 

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Oscar Isaac em Nova York. (Michael Nagle / For The Times)

 

Você está no meio das gravações de seu terceiro filme de “Star Wars”, “Episode IX”. Neste ponto, você ainda tem aquela sensação de “oh meu Deus, eu estou em um filme de ‘Guerra nas Estrelas’” ou começou a se tornar um emprego?

São constantemente ambos. É um trabalho, é difícil, é desafiador, mas também é muito divertido e muito legal. [“Diretor do episódio IX”] J.J. [Abrams] é um cara maravilhoso, divertido e incrivelmente inteligente para se trabalhar. Tem sido uma explosão até agora. Todos estão animados e felizes, mas também confiantes porque sabemos quem são essas pessoas. Parece que há ainda mais confiança nos personagens, nas cenas e nos diálogos. Há uma “frouxidão” maravilhosa com a coisa toda que eu estou realmente gostando.

“The Last Jedi” foi um grande sucesso, mas também provou ser divisivo entre os fãs de “Star Wars”. Isso te surpreendeu?

Não, na verdade não. Quer dizer, não é esse o objetivo dos filmes: dizer alguma coisa e então as pessoas podem falar sobre isso e concordar ou discordar ou gostar de algo ou não gostar de algo? Alguém diz como eles gostariam de fazer isso e talvez seja a inspiração para eles se tornarem cineastas ou atores. Qual é a versão que você gostaria de ver? Eu acho que pode ser realmente inspirador dessa maneira.

O OSCAR criou recentemente uma nova categoria de “Melhores Filmes Populares” que poderia abrir mais possibilidades para grandes blockbusters como “Star Wars”. Houve muitas críticas à ideia, mas qual é a sua opinião?

Eu realmente não sei muito sobre isso. Parece muito vago e estranho. Mas você sabe, não é? Prêmios são vagos e estranhos, e as razões pelas quais algo obtém uma coisa e não a outra já são um mistério total. Então, você sabe, não é como se a integridade dos prêmios estivesse em jogo agora. [risos] Eu não me importo, para ser honesto. Se eles querem mais classificações, ok, sim, isso parece uma estratégia para obter mais classificações.

Você disse antes que não tem uma estratégia de carreira abrangente. Mas agora, tendo estado em filmes menores e franquias gigantes como “X-Men” e “Star Wars”, seus critérios mudaram para o que você quer fazer?

Ainda não há uma grande estratégia, mas agora eu tenho uma família da qual não quero me afastar, então isso definitivamente muda os critérios. Sempre foi sobre o que realmente me excita, mas o limite para o que isso é provavelmente é muito maior agora.

A verdade é que, na verdade, estou procurando ter um pouco de tempo ocioso porque eu tenho andado sem parar por tanto tempo. Há coisas que estão no meu caminho que são incríveis, interessantes e comoventes, mas eu também preciso ter espaço e tempo para ser um ser humano normal também. Acho que essa é a estratégia da carreira: tire uma folga.

 

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Oscar Isaac em Nova York. (Michael Nagle / For The Times)

 

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Star Wars Resistance: Primeiro trailer e visual de Oscar Isaac na animação

A nova animação Star Wars Resistance, produzida pelo Disney Channel, ganhou seu primeiro trailer (veja mais abaixo), data de estreia e sinopse oficial. Como se imaginava, a história contará com Poe Dameron.

A trama seguirá o jovem piloto Kazuda Xiono, recrutado pela Resistência para perseguir e investigar a Primeira Ordem. O comandante de Xiono nessa saga será o já conhecido Poe Dameron, que aparece nos recentes filmes de Star Wars sendo interpretado por Oscar Isaac. O ator dará voz ao personagem na animação.

Parte da história deve se passar com Xiono infiltrado na estação Colossus. Para não levantar suspeitas, o piloto terá que colocar as suas habilidades à prova e participar de corridas radicais que acontecem no local.

Além de Poe Dameron, outros personagens já conhecidos que aparecem na animação são a Capitã Phasma e BB-8. Gwendoline Christie, que interpreta a Capitã nos cinemas, também fará a dublagem na nova produção. Donald Faison (Scrubs), Bobby Moynihan (DuckTales) e Jim Rash (Community) completam o elenco de dubladores.

 

Dave Filoni, criador do sucesso animado Star Wars Rebels (2014-2018), vai servir como showrunner da nova trama. A série estreia na Disney no dia 7 de outubro.

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At Eternity’s Gate: Filme disputará o Leão de Ouro no Festival de Veneza

A 75ª edição do Festival de Cinema de Veneza divulgou hoje (25) a lista de filmes que serão exibidos em suas diversas mostras e concorrerão ao Leão de Ouro (via Deadline).

At Eternity’s Gate será centrado no período em que Van Gogh (interpretado por Willem Dafoe) viveu em Arles e Auvers-sur-Oise, na França. Em 1886, o artista se mudou para Paris, onde conheceu integrantes da chamada vanguarda francesa, incluindo Paul Gauguin. O pintor holandês é uma das personalidades mais influentes na história da arte ocidental.

Oscar interpretará Paul Gaugin, também estão no elenco John Kilik, Mads Mikkelsen, Rupert Friend, Emmanuel Seigner, Mathieu Amalric. O primeiro trailer oficial deve ser divulgado em breve.

Veja a lista completa da competição:

  • “The Mountain”, Rick Alverson
  • “Doubles Vies”, Olivier Assayas
  • “The Sisters Brothers”, Jacques Audiard
  • “The Ballad of Buster Scruggs”, Joel e Ethan Coen
  • “Vox Lux”, Brady Corbet
  • “Roma”, Alfonso Cuarón
  • “22 July”, Paul Greengrass
  • “Suspiria”, Luca Guadagnino
  • “Werk Ohne Autor”, Florian Henckel von Donnersmark
  • “The Nightingale”, Jennifer Kent
  • “The Favourite”, Yorgos Lanthimos
  • “Peterloo”, Mike Leigh
  • “Capri-Revolution”, Mario Martone
  • “What You Gonna Do When the World’s on Fire?”, Roberto Minervini
  • “Sunset”, Laszlo Nemes
  • “Freres Ennemis”, David Oelhoffen
  • “Nuestro Tiempo”, Carlos Reygadas
  • “At Eternity’s Gate”, Julian Schnabel
  • “Acusada”, Gonzalo Tobal
  • “Killing”, Shinya Tsukamoto

O festival terá como presidente do júri o diretor Guillermo del Toro (“A Forma da Água“) e exibirá, em sua abertura, o longa anteriormente anunciado, “O Primeiro Homem“, de Damien Chazelle (“La La Land: Cantando Estações”). O Festival de Veneza ocorrerá de 29 de agosto a 8 de setembro de 2018.

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Life Itself: Filme está entre os títulos do Festival de Cinema de Toronto

O Festival de Cinema de Toronto divulgou nesta terça-feira os primeiros títulos de sua 43ª Edição, entre eles está Life Itself, filme de Dan Fogelman pela Amazon Studios, que deve chegar aos cinemas no Outono dos Estados Unidos. Ainda não há previsão de estreia para o Brasil.

Escrito e dirigido pelo criador de This is Us, o filme é estrelado por Oscar Isaac, Olivia Wilde, Annette Bening, Samuel L. Jackson e Antonio Banderas.

Life Itself acompanha a jornada de um jovem casal, Will (Oscar Isaac) e Abby (Olivia Wilde), do início do romance ainda na faculdade, passando pelo casamento e pelo nascimento dos filhos. O romance promete uma “saga multigeracional” ambientada em Nova York e na Espanha.

O Festival de Toronto 2018 acontece entre 6 e 16 de setembro.
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Confira o trailer de Life Itself:
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Oscar Isaac é indicado ao Teen Choice Awards 2018

Foi divulgada a primeira lista de indicados ao Teen Choice Awards 2018,  entre eles Oscar Isaac concorre na categoria ”Choice Fantasy Movie Actor”.

Confira os indicados:

Melhor Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovie)

“Uma Dobra no Tempo”

“Viva – A Vida É Uma Festa”

“Pedro Coelho”

“Star Wars – Os Últimos Jedi”

Star Wars – Os Últimos Jedi também está concorrendo na  categoria “Choice Fantasy Movie”.

Melhor Ator em Filme de Fantasia (#ChoiceFantasyMovieActor)

Anthony Gonzalez – “Viva – A Vida É Uma Festa”

Gael García Bernal – “Viva – A Vida É Uma Festa”

James Corden – “Pedro Coelho”

John Boyega – “Star Wars – Os Últimos Jedi”

Mark Hamill – “Star Wars – Os Últimos Jedi”

Oscar Isaac – “Star Wars – Os Últimos Jedi”

 

Para votar basta entrar no site do (Teen Choice Awards) ou através do Twitter utilizando as tags:

My #TeenChoice nominee for #ChoiceFantasyMovieActor is #OscarIsaac from Star Wars: The Last Jedi

My #TeenChoice nominee for #ChoiceFantasyMovie is #StarWarsTheLastJedi

 

O evento e a entrega dos prêmios ocorrerá  no dia 12 de agosto.

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